Conservação via turismo de observação de pássaros

Brasil é o primeiro país nas Américas no ranking de aves ameaçadas de extinção, mas engajamento pode mudar

O engajamento dos amantes de aves pode ser decisivo para a preservação das matas, como discute essa reportagem do site Um Só Planeta. Em São Paulo, se não fosse a movimentação de apaixonados pela observação de pássaros, atividade que cresce em todo o mundo, não existiriam duas importantes Unidades de Conservação no interior. Áreas de Proteção Ambiental (APAs) Barreiro Rico e Tanquã-Rio Piracicaba.

Nos Estados Unidos, o turismo de observação de aves alcança 45 milhões de pessoas, o que movimenta mais de US$ 40 bilhões ao ano, ou um terço das exportações brasileiras do agronegócio em 2021. No Brasil, devem existir aproximadamente 50 mil observadores.

A expectativa de entidades como a Sociedade para Conservação das Aves do Brasil é que esse contingente cresça, inclusive, para ajudar a reverter uma outra triste realidade. O Brasil é o primeiro país nas Américas no ranking de aves ameaçadas de extinção, com 166 espécies listadas.


Este conteúdo pode ser republicado livremente em versão online ou impressa. Por favor, mencione a origem do material. Alertamos, no entanto, que muitas das matérias por nós comentadas têm republicação restrita.

Aqui você encontra notícias e informações sobre estudos e pesquisas relacionados à questão do desmatamento. O conteúdo é produzido pela equipe do Instituto ClimaInfo especialmente para o PlenaMata.

Se você gostou dessa nota, clique aqui e assine a Newsletter PlenaMata para receber o boletim completo diário em seu e-mail.