Pesquisas transformadoras

Portal ECOA retrata a história do IPÊ, instituto de referência em estudos sobre conservação florestal

O casal Claudio e Suzana Pádua estão há 30 anos na direção do IPÊ (Instituto de Pesquisa Ecológicas), como registra essa reportagem do portal ECOA. Ele é biólogo, e ela, uma designer que resolveu abandonar uma vida “quadradinha” no Rio de Janeiro para acompanhar o marido no projeto para salvar o mico-leão-preto no Pontal do Paranapanema, em São Paulo.

Ao longo de três décadas, a expansão dos serviços do Instituto chegou a um nível inimaginável no início da trajetória. Além da Mata Atlântica, os projetos passaram a incluir também o Pantanal, o Cerrado e a Amazônia. Hoje, são 100 profissionais que atuam em 30 projetos por ano. Cerca de 12 mil pessoas são beneficiadas diretamente com as ações ambientais do grupo.

Como conta Suzana, “o que era um trabalho inicialmente voltado para a conservação de uma espécie foi se expandindo para outras áreas: educação ambiental, geração de renda, desenvolvimento sustentável, reflorestamento, planejamento da paisagem e influência em políticas públicas”. Segundo ela, o grande legado do IPÊ são os pesquisadores e alunos formados pelo Instituto. Mais de sete mil estudantes já passaram pelos cursos do IPÊ, cuja sede fica em Nazaré Paulista (SP).


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