Acre sofre com poluição acima dos limites aceitáveis para a saúde

Pesquisadores da Universidade Federal do Acre (Ufac) criaram um projeto de monitoramento da qualidade do ar. Com isso, foi instalado pelo menos […]

Pesquisadores da Universidade Federal do Acre (Ufac) criaram um projeto de monitoramento da qualidade do ar. Com isso, foi instalado pelo menos um sensor portátil em cada um dos municípios do estado, e a poluição atmosférica é uma das mais bem documentadas de toda a região amazônica.

Durante a temporada do fogo, que vai de julho a outubro, a Reserva Extrativista Chico Mendes concentrou mais de 70% das queimadas entre as Unidades de Conservação federais do Acre. Foram 4,232 focos de calor, de acordo com dados do satélite S-NPP/VIIRS (da NASA) e informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). 

Em setembro de 2020, a poluição do ar em Xapuri, onde fica a RESEX, ficou acima do nível considerado aceitável por 26 dias. Só perdeu da capital Rio Branco, que teve um dia a mais. Com isso, cresce também o número de pessoas casos graves de COVID-19, que afeta principalmente o pulmão de seres humanos. Folha de São Paulo e InfoAmazonia. Veículos do Acre republicaram a matéria aqui e aqui. .

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